Novo processo de conversão de produtos

Escrito por Adriano Corrêa em 13 de outubro de 2008, 11:42h

As informações publicadas neste artigo referem-se ao protótipo de um produto em desenvolvimento que poderá sofrer alterações de escopo e funcionalidades até a liberação de sua versão comercial.

Diante da necessidade de otimizar o processo de conversão atual, desenvolvi o protótipo de um novo processo, que passará ainda pela fase de desenvolvimento, homologação e então expedição para a utilização dos clientes. Destacarei aqui as características funcionais desse protótipo.

A conversão passa a estar dividida em 4 etapas:

  1. A primeira etapa efetua um teste de acerto de dados. Consiste em uma simulação que garantirá que não haverá erros no processo de conversão, consistindo registros duplicados ou alteração de tipo de dado. Esta fase pode ser executada com o sistema ativo, pois não faz qualquer alteração nos dados. Também pode ser executada diversas vezes, enquanto tiver detectando falhas nos dados de origem.
  2. Na segunda etapa deltas de bancos de dados são aplicados nos bancos existentes. A partir dessa etapa o sistema ficará indisponível durante o restante do processo de conversão. Também é a partir dessa etapa que recomenda-se ter um backup completo do ambiente, pois em caso de falha não terá como voltar a posição anterior do banco.
  3. A terceira etapa consiste na conversão de dados. Nesse ponto programas de acerto são executados para transformar os dados de uma versão para outra.
  4. Por último, um segundo conjunto de deltas é aplicado para construir as definições que demandam um prévio ajuste de dados.

De imediato pode-se perceber que não existe mais necessidade de dump-load durante o processo. Apenas por essa alteração já existe um significativo ganho de tempo. Outra característa perceptível e o aumento da confiabilidade do processo, uma vez que ele testa as alterações antes de fazê-las.

Além da redução do tempo para a conversão, essa rotina foi criada para simplificar o processo em clientes com ambiente pequeno e escalar o desempenho em clientes com ambientes complexos.

Segue abaixo as características da nova conversão:

  • Os programas de acerto a serem executados vêm configurados da Datasul, não necessitando mais de compilação no ambiente do cliente, ou mesmo escolher o que executar;
  • A lista de deltas de dicionário a serem aplicados também vem configurada da Datasul. Dessa forma evita-se problema de importação de delta sobre o banco errado;
  • Conversão de multi-empresa é feito em um único processo;
  • Conversão de bancos históricos também é feito no mesmo processo;
  • A etapa de conversão de dados pode ser feita com distribuição de carga, através de servidores de aplicação assíncronos. Essa forma agilizada significativamente essa etapa se o servidor de banco possuir recursos suficientes para converter várias tabelas ao mesmo tempo;
  • Se o servidor de banco está em Unix/Linux, o processo é executado por estação Windows da mesma forma que o EMS. Pode-se utilizar de servidores de aplicação no mesmo servidor de banco de dados para agilizar o processo nesse caso;
  • O console de conversão é o mesmo, independente do sistema, versão ou banco de dados. Toda a configuração da conversão é feita por arquivos de configuração que serão disponibilizados pela Datasul;
  • A conversão ocorre seguindo um Wizard, ou parametrizando um arquivo de inicialização para executar a conversão sozinho. Dessa forma, o administrador do sistema pode, por exemplo, deixar a conversão configurada para executar durante a noite e no dia seguinte o sistema já estará pronto para a nova versão.

Esse processo deverá estar disponível para o sistema By You e para os sistemas que podem ser convertidos para o By You.

Categorias: Conversão | Desempenho

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